Veja quais são as propostas de Lula e Flávio Bolsonaro para o meio ambiente

A preservação ambiental e o uso dos recursos naturais aparecem nos planos de governo de Lula e Flávio Bolsonaro para 2027 a 2030, mas com diferenças na forma de conciliar a proteção dos biomas e o desenvolvimento econômico.
O plano de Flávio Bolsonaro trata o patrimônio natural como uma oportunidade para gerar renda e atrair investimentos. O documento defende ampliar a bioeconomia, desenvolver produtos a partir da biodiversidade e fortalecer mecanismos de pagamento por serviços ambientais, remunerando produtores e proprietários que preservem vegetação nativa ou recuperem áreas degradadas.
O plano também prevê consolidar o mercado regulado de carbono, estimular biocombustíveis e outras fontes de energia e combater crimes ambientais com o uso de tecnologias como imagens de satélite, bancos de dados e inteligência artificial. O documento estabelece como meta zerar o desmatamento ilegal até 2029 e propõe simplificar regras ambientais e procedimentos de licenciamento, mantendo a previsão de uso sustentável dos recursos naturais.
Já o plano de Lula prevê a continuidade das ações de combate ao desmatamento, o fortalecimento da fiscalização ambiental e a prevenção de queimadas. O documento também propõe recuperar áreas degradadas, ampliar a conservação da biodiversidade e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Outra frente é o incentivo à economia de baixo carbono, à bioeconomia e à recuperação de áreas florestais. A proposta busca estimular atividades econômicas sustentáveis, ampliar o uso de tecnologias limpas e fortalecer a proteção de territórios de povos indígenas e comunidades tradicionais. O plano relaciona a agenda ambiental ao desenvolvimento sustentável e à participação brasileira nas negociações climáticas internacionais.
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