Ministro do Turismo, Carlos Brito, visita Rádio Cidade e fala sobre gestão de continuidade

Cumprindo agenda no Agreste de Pernambuco, o ministro do Turismo, Carlos Brito visitou os estúdios da Rádio Cidade, em Caruaru, nesta segunda-feira (10). O pernambucano, que já passou pela Embratur, foi entrevistado por Marco Aurélio Freire e por Mário Flávio e tratou de diversos temas envolvendo o setor.
Carlos Brito afirmou que faz uma gestão de continuidade, do que já vinha sendo feito pelo governo federal, antes do ingresso na pasta. Segundo o ministro, a pasta vem fazendo entregas focando em investir na estrutura turística do país, contribuindo para a geração de emprego e renda e para o social.
Questionado sobre as obras que o Ministério do Turismo vem realizando junto a Prefeitura de Caruaru, o ministro Carlos Brito afirmou que compreende a importância dessas obras para o município e que o objetivo é dar celeridade para que essas obras sejam entregues o mais breve possível.

Carlos Brito destacou que a retomada do turismo já existe e que o faturamento mais recente do setor é de cerca de R$ 94 milhões e que só em agosto deste ano, foram 7,3 milhões de embarques nos aeroportos do país, uma alta de 92% em relação ao mesmo período de 2021. O ministro também destacou a ocupação de mais de 100% da rede hoteleira e que neste semestre, o setor de serviços, que compreende empreendimentos também do turismo, deve gerar mais de 600 mil postos de trabalho.
Ainda segundo Brito, sobre a atração de turistas estrangeiros, o foco durante a pandemia foi fortalecer o turismo interno, garantir o selo de turismo responsável e estimular que os brasileiros viajassem mais dentro do país, trabalhando em paralelo para aumentar a vinda de outros turistas para o país. Segundo o ministro, a expectativa de vinda de estrangeiros para o Brasil em 2022 é de 4 milhões de pessoas.
Carlos Brito também destacou o governo federal, junto como Ministério do Turismo pretende fortalecer as ferrovias, explorar o turismo por este tipo de transporte e assim, desafogar as rodovias.
Por Laís Florêncio
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