Juíza descarta que perito tenha recebido propina milionária para fraudar laudo do Caso Beatriz

A suspeita de recebimento de propina de R$ 1,5 milhão por parte do perito Gilmário dos Anjos no Caso Beatriz foi descartada, segundo o esclarecimento da juíza Elane Brandão Ribeiro, no despacho publicado na última quinta-feira (5). Beatriz Mota foi morta a facadas em dezembro de 2015, dentro da Escola Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina.
A solicitação foi feita pela defesa da família da vítima, com o intuito de identificar junto à Chefia da Polícia Civil de Pernambuco, se o perito responsável pelo caso teria recebido dinheiro para falsificar laudo pericial e favorecer a escola onde ocorreu o crime.
A Associação de Polícia Científica de Pernambuco (Apoc-PE), esclarece por meio de nota, que “a decisão reforça a confiabilidade dos laudos periciais e a seriedade do trabalho realizado pela Polícia Científica do Estado de Pernambuco”.
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