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Carnaval

Quatro escolas dão início aos desfiles na Marquês de Sapucaí


  • 3 de março de 2025 às 12h03min

Pela primeira vez, os desfiles estão divididos em três dias, não apenas em dois, diminuindo o número de escolas que desfilam por noite. (Imagem: Marco Terranova/Riotur)

A noite de domingo (2) e madrugada desta segunda-feira (3) marcaram o início dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Unidos de Padre Miguel, Imperatriz Leopoldinense, Unidos do Viradouro e Estação Primeira de Mangueira foram as primeiras escolas a se apresentarem na Sapucaí durante o Carnaval 2025.

Pela primeira vez, os desfiles estão divididos em três dias, não apenas em dois, diminuindo o número de escolas que desfilam por noite. No início da primeira noite de desfiles, a Unidos de Padre Miguel se destacou com os carros alegóricos e encerrou a apresentação dentro do tempo previsto. Uma das alas apareceu com fantasias incompletas, o que pode diminuir a pontuação da agremiação.

A Imperatriz Leopoldinense também sofreu alguns problemas com a ala das Baianas, mas a produção das fantasias e maquiagens se destacaram durante o desfile, assim como a Comissão de Frente da escola de samba.

Atual campeã do Carnaval do Rio de Janeiro, a Viradouro utilizou arte cinética para conceder a sensação de movimento a um carro alegórico com um boneco de 15 metros. A escola precisou se apressar para encerrar o desfile dentro do tempo previsto e a musa da agremiação, Lore Improta, escorregou em frente aos jurados.

Um dos pontos altos da Estação Primeira de Mangueira se deu pela comissão de frente, que trazia a representatividade dos “crias” (jovens moradores das favelas, que passam a vida sobrevivendo) dançando o clássico funk do passinho.

As pipas, consideradas brinquedos comuns em comunidades do Rio de Janeiro, também apareceram em cena na apresentação da verde e rosa que reforçava a herança bantu em terras cariocas. Inclusive, em determinado trecho, o samba exaltava o “orgulho de ser favela”.


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