logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Economia

Brasil bate recorde e perde meio trilhão com comércio ilícito


  • 3 de março de 2025 às 17h08min

O impacto do contrabando e da falsificação atinge de vestuário a combustíveis, passando por eletrônicos e cigarros. (Foto: Reprodução)

No Dia Nacional de Combate ao Contrabando e Descaminho, 3 de Março, o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) chama a atenção para os impactos da ilegalidade no país.

Só em 2024, as atividades ilícitas em 15 setores da economia causaram prejuízo de R$ 468,3 bilhões, segundo levantamento do FNCP – pioneiro no levantamento, realizado desde 2014. Esse montante inclui as perdas da indústria (R$ 327,8 bilhões) e a evasão fiscal (R,4 bilhões) gerada pelo ilícito. O resultado representa um salto de 62% em relação a 2020. O impacto da ilegalidade aumentou quase R$ 200 bilhões nesse período, pressionando ainda mais a indústria nacional e a arrecadação tributária.

Prejuízo por setores

O impacto do contrabando e da falsificação atinge de vestuário a combustíveis, passando por eletrônicos e cigarros. Vestuário é o mais impactado, com perdas de R$ 87,3 bilhões. Em seguida, vem o de bebidas alcoólicas (R$ 85,2 bilhões); combustíveis (R$ 29 bilhões) e higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (R$ 21 bilhões). Cigarros (R$ 8,8 bilhões) e celulares (R$ 9,7 bilhões) também compõem a lista

Produto mais apreendido  

O contrabando de cigarros segue como uma das atividades mais rentáveis aos criminosos, apresentando baixo risco e penas leves. Em 2024, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 59 milhões de maços ilegais no país O item é o mais confiscado pela Receita Federal. Isso indica que, apesar dos esforços de fiscalização, o crime organizado segue dominando esse mercado, oferecendo um produto sem nenhum controle sanitário, enquanto dribla a arrecadação tributária. Apenas em 2024, segundo dados do IPEC, as facções criminosas movimentaram cerca de R$ 9 bilhões com a venda de cigarros ilegais, causando um prejuízo de R$ 7,2 bilhões em evasão fiscal.

Fonte: Estadão


[instagram-feed feed=1]