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Investigação

Polícia da Indonésia apura possível negligência na morte de brasileira em trilha no vulcão Rinjani


  • 1 de julho de 2025 às 11h20min

Investigação examina falhas no resgate e protocolos de segurança.
(Foto: Redes sociais)

A polícia da Indonésia abriu investigação criminal para apurar eventuais falhas no caso da brasileira Juliana Marins, de 24 anos, que morreu após sofrer uma queda de aproximadamente 300 metros enquanto fazia trilha no vulcão Rinjani, em Lombok. O corpo da jovem, natural de Niterói (RJ), foi localizado quatro dias após o acidente e encaminhado ao Brasil nesta terça-feira (1º).

Testemunhas como guias, organizadores da trilha, carregadores e policiais florestais já foram ouvidos pela polícia sub-regional de East Lombok. Técnicos da Embaixada do Brasil participaram das inspeções no local, e a administração do Parque Nacional de Rinjani informou que os protocolos de segurança estão sendo reavaliados.

Juliana viajava pela Ásia desde fevereiro, com passagens por Filipinas, Tailândia e Vietnã. A queda ocorreu no dia 20 de junho, e mesmo ferida, ela chegou a ser avistada e identificada por turistas. As buscas ganharam grande repercussão nas redes sociais, com uma página criada pela família alcançando mais de um milhão de seguidores em pouco tempo.

De acordo com laudo do Hospital Bali Mandara, a causa da morte foi traumatismo por impacto contundente, com danos internos e hemorragia severa. A hipótese de hipotermia foi descartada. O corpo foi localizado a cerca de 650 metros do ponto inicial da queda.


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