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Cultura

Festival Pernambuco Meu País estreia em Salgueiro com noite dedicada ao brega, arrocha e forró tradicional


  • 26 de julho de 2025 às 08h52min

Evento promovido pelo Governo do Estado mobiliza multidão na Praça da Bomba com apresentações de Kelvis Duran, Adílson Ramos, Pablo e Juarez. (Foto: Divulgação)

A cidade de Salgueiro, conhecida como a “Encruzilhada do Nordeste”, recebeu nessa sexta-feira (25) a primeira noite da programação do Festival Pernambuco Meu País, que segue até o domingo (27) com uma agenda gratuita e diversificada. Realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundarpe, o evento está em itinerância por sete municípios, promovendo o acesso descentralizado à cultura no Sertão e Agreste.

A abertura da programação artística contou com a irreverência e carisma de Kelvis Duran, que embalou o público com sucessos emblemáticos do brega romântico, lambada e pagode, misturando nostalgia e energia contagiante. Com figurino característico e repertório autoral, o artista conquistou os fãs e reforçou sua ligação afetiva com o público pernambucano.

Em seguida, o veterano Adílson Ramos emocionou os casais com clássicos da música brasileira romântica, acompanhado por seu filho Cristian, enquanto Pablo levou o público ao êxtase com seu repertório de arrocha, sendo recebido com entusiasmo por seus admiradores. Juarez encerrou a noite com um passeio pelos grandes sucessos do forró das antigas e do sertanejo.

Além dos shows, a abertura contou com apresentação de dança assinada por Maria de Paula Costa Rêgo e trilha sonora de Maciel Salu. Nos intervalos, o DJ Pedro Humberto animou a plateia na tradicional Rural de Roger de Renor.

A governadora Raquel Lyra participou da programação e reforçou o compromisso do Estado com o fortalecimento da economia criativa e a valorização dos artistas locais. A secretária de Cultura, Cacau de Paula, destacou a importância da segunda edição do festival para consolidar políticas culturais mais inclusivas e plurais. Já Renata Borba, presidente da Fundarpe, ressaltou o papel da curadoria em dar visibilidade à diversidade artística. Para Ana Paula Jardim, da Secult-PE, a amplitude do projeto reforça o potencial transformador da cultura no cotidiano das comunidades.


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