logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Internacional

EUA exigirão caução de até US$ 15 mil para obtenção de visto


  • 5 de agosto de 2025 às 17h06min

Medida faz parte de projeto-piloto com duração de 12 meses e afeta solicitantes de visto de turismo e negócios. (Foto: Reprodução)

A partir do próximo dia 20 de agosto, cidadãos da Zâmbia e do Malaui que solicitarem vistos temporários para os Estados Unidos, como os de turismo (B-2) ou negócios (B-1), deverão pagar uma caução de US$ 5 mil a US$ 15 mil, conforme anúncio do Departamento de Estado dos EUA feito nesta terça-feira (5).

Segundo o governo norte-americano, o valor da caução será definido durante a entrevista consular e deverá ser pago via plataforma oficial do Departamento do Tesouro, a Pay.gov, acompanhado do Formulário I-352, do Departamento de Segurança Interna.

O governo dos EUA alerta que o pagamento da caução não garante a emissão do visto. Além disso, valores pagos sem instrução de um agente consular não serão devolvidos.

Regras e reembolso

A caução será reembolsada automaticamente caso o solicitante:
• Saia dos Estados Unidos dentro do prazo autorizado;
• Não utilize o visto antes do vencimento;
• Tenha a entrada negada no país.

Em contrapartida, o valor não será devolvido se o viajante:
• Permanecer no país além do prazo permitido;
• Solicitar mudança de status imigratório;
• Fizer pedido de asilo.

Além disso, os viajantes afetados pela medida só poderão desembarcar em três aeroportos específicos: Boston, John F. Kennedy (Nova York) e Washington Dulles.

Contexto

A medida faz parte de um projeto-piloto com duração inicial de 12 meses, com foco em aumentar o controle sobre a permanência de viajantes temporários. Até o momento, apenas os países africanos Zâmbia e Malaui fazem parte da lista. O Brasil não está incluído.

O projeto abrange os vistos B-1 e B-2, que cobrem atividades como reuniões de trabalho, conferências, turismo, visitas a parentes e tratamentos médicos.


[instagram-feed feed=1]