África do Sul afirma que superou onda de ômicron
A África do Sul, país onde a nova variante ômicron da Covid-19 foi detectada em novembro, anunciou ter superado o pico da onda causada pela a doença sem notar um aumento significativo nas mortes, enquanto muitos países vivenciam recordes de infecções.
O toque de recolher noturno, em vigor há quase dois anos, 21 meses para ser mais preciso, foi reduzido para de meia-noite às 4 da manhã. E, na véspera das comemorações do Ano Novo, finalmente foi levantado.

Ao manter a máscara, o distanciamento e acelerar a vacinação, aquém das metas, com apenas 15,6 milhões de pessoas totalmente vacinadas para uma população de 59 milhões, o ministro da Presidência, Mondli Gungubele, espera que o toque de recolher não volte nunca mais
Na última semana, as novas infecções caíram quase 30% em relação à semana anterior, passando de 127.753 para 89.781. Também houve queda de internações hospitalares em oito das nove províncias.
A África do Sul é oficialmente o país mais atingido no continente africano, com mais de 3,4 milhões de casos e 91 mil mortes. Menos de 13 mil casos foram registrados nas últimas 24 horas, metade do pico de 26 mil alcançado nesta última onda.
Por Lucas Medeiros
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