Auxílio Emergencial só deve voltar em caso de nova calamidade pública, diz Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes disse que uma eventual nova rodada do auxílio emergencial deve estar dentro do orçamento e ser acionada apenas em caso de nova calamidade pública. Ele se reuniu na noite da quinta-feira (05) com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Ainda segundo o ministro, a extensão do auxílio seria mais “focalizada” e atenderia 32 milhões de brasileiros, pouco menos da metade dos 67,9 milhões de pessoas que receberam o benefício em 2020.
“É possível. Nós temos como orçamentar isso, desde que seja dentro de um novo marco fiscal. Se o Congresso aciona o estado de calamidade, temos condição de reagir rapidamente”, afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Para chegar à estimativa de 32 milhões de pessoas, Guedes explicou que uma nova versão do auxílio emergencial não abrangeria os inscritos no Bolsa Família e se concentraria apenas na população não atendida por nenhum programa social.
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