Ibovespa cai 0,79%

Em sua quarta perda consecutiva, o Ibovespa retomou em baixa os negócios nesta quarta-feira (14), em sessão mais curta onde procurou se alinhar ao ajuste do dia anterior nos mercados do exterior. Hoje, o humor externo foi melhor do que o de ontem, mas o índice da B3 fechou em baixa de 0,79%, aos 127.018,29 pontos, entre mínima de 126.662,85 e máxima de 128.025,70, quase equivalente ao nível de abertura (128.025,57).
Com vencimento de opções sobre o Ibovespa nesta quarta-feira, o giro financeiro subiu a R$ 40,9 bilhões na sessão. Em fevereiro, o Ibovespa cede 0,57% e, no ano, cai 5,34%.
Apesar da relativa descompressão vista hoje nos rendimentos dos títulos públicos americanos – os Treasuries -, a curva de juros avançou nesta quarta-feira no Brasil, com os DIs colocando pressão, em especial, sobre as ações do ciclo doméstico, mais sensíveis às taxas. Na ponta perdedora do Ibovespa, destaque para Rede D’Or (-5,22%), Eneva (-3,82%) e SLC Agrícola (-3,28%). No lado oposto, Alpargatas (+3,02%), Telefônica Brasil (+1,55%) e BB Seguridade (+1,35%).
Entre as ações de maior liquidez, quase todas fecharam em baixa, à exceção, entre os grandes bancos, de BB (ON +1,35%) – parte do setor metálico também avançou na sessão, com CSN (ON +0,39%) e Usiminas (PNA +0,86%, na máxima do dia no fechamento). Vale ON cedeu 0,30% e Petrobras também fechou o dia no negativo, com a ON em baixa de 1,01% e a PN, de 0,75%.
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