logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Geral

Justiça nega pedido para impedir Marinha de afundar porta-aviões


  • 2 de fevereiro de 2023 às 08h12min

O casco do navio é composto de nove toneladas de amianto, substância com potencial tóxico e cancerígeno. (Foto: Reprodução)

Nesta quarta-feira (1º), a Justiça Federal negou o pedido do Ministério Público Federal (MPF), para impedir que o casco do porta-aviões São Paulo seja afundado em águas brasileiras. O casco do navio é composto de nove toneladas de amianto, substância com potencial tóxico e cancerígeno. O pedido foi feito após se tornar pública a intenção da Marinha de adiar o afundamento, em razão de oferta de um grupo saudita, para adquirir o casco por R$ 30 milhões.

Na decisão, o juiz Ubiratan de Couto Maurício, da 9ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco, afirmou que, se a Marinha do Brasil defende o afundamento da embarcação, deve ter considerado os riscos de dano ambiental, ou seja, a organização está assumindo a responsabilidade técnica do afundamento. O juiz também determinou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) seja informado da decisão.

O amianto era usado como isolante térmico e acústico, para reduzir o barulho da decolagem das aeronaves para a tripulação. Na década de 1990, o porta-aviões passou por um processo de desamiantação, que retirou 55 toneladas do produto tóxico. Mesmo assim, nove toneladas de amianto ainda estão presentes nas paredes do porta-aviões.

Por Juliana Santos

[instagram-feed feed=1]