Mercado financeiro reage positivamente após anúncio de isenção tarifária dos EUA

A segunda-feira (14) foi marcada por um alívio nos mercados, impulsionado pela decisão do governo norte-americano de excluir determinados produtos eletrônicos, incluindo itens fabricados na China, da cobrança de tarifas. A medida resultou na segunda queda consecutiva do dólar e em uma forte alta da bolsa de valores brasileira.
O dólar comercial fechou em R$ 5,851, com recuo de 0,34%. Ao longo do dia, a cotação oscilou entre R$ 5,82 e R$ 5,87, antes de encerrar em baixa. Apesar da retração, a moeda acumula alta de 2,54% em abril, mas registra queda de 5,32% no acumulado de 2025.
Já o Ibovespa, principal índice da B3, avançou 1,39%, atingindo 129.454 pontos, seu nível mais alto desde o último dia 3.
A decisão dos Estados Unidos beneficia mercados emergentes, já que a preservação de parte dos produtos chineses do tarifaço ajudou na recuperação das commodities. Como maior consumidor global de bens agrícolas e minerais, a economia chinesa tende a desacelerar menos com essa flexibilização, o que reflete positivamente nas negociações internacionais.
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