Mil e setecentos jornalistas morrem em 20 anos no mundo

Ao longo de 20 anos, mais de 1.700 jornalistas foram assassinados no mundo, enquanto trabalhavam ou em razão da profissão. Só este ano, fora registradas 54 mortes intencionais, sendo 52 homens e duas mulheres, de acordo com a ONG Repórteres sem Fronteiras.
A organização não governamental foi criada em 1985 na França. Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (13). Ainda segundo os dados, até 1º de dezembro deste ano, 31 jornalistas morreram em zona de conflito, a maioria na Palestina, onde 16 profissionais morreram durante a cobertura. A ONG ainda revela que as forças armadas de Israel são as principais agressoras da liberdade de imprensa.
Também foram contabilizadas pelo levantamento 550 prisões de jornalistas por causa da profissão, sendo 473 homens e 77 mulheres. Esse número apresenta uma alta de 7,2% dos casos, na comparação com 2023.
A China tem a maior parte dos jornalistas presos. Na sequência aparecem Birmânia e Israel. E 462 jornalistas presos são do mesmo pais onde foram privados de liberdade.
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