logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
GeralSaúde

Não há estudos conclusivos sobre 3ª dose de vacinas, diz Anvisa


  • 15 de julho de 2021 às 13h50min

As vacinas que já receberam aval definitivo ou emergencial para uso no país são AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, CoronaVac e Janssen. (Foto: Reprodução/Internet)

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra Covid-19 autorizadas no Brasil. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (15).

As vacinas que já receberam aval definitivo ou emergencial para uso no país são AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, CoronaVac e Janssen.

Por meio de nota, a Anvisa esclareceu que as pesquisas são desenvolvidas pelos laboratórios farmacêuticos e que já autorizou dois pedidos para pesquisa clínica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional do imunizante contra a doença.

Os estudos para verificar a necessidade de doses de reforço estão sendo realizados pela Pfizer/BioNTech e pela AstraZeneca. No primeiro caso, aprovado em 18 de junho, estão sendo investigados efeitos, segurança e o benefício de uma dose de reforço da vacina já autorizada, a ComiRNAty. Ainda segundo a agência, neste estudo, a dose de reforço da vacina da Pfizer será aplicada em pessoas que tomaram as duas doses completas da vacina há pelo menos seis meses.

Já no caso da AstraZeneca, que desenvolveu uma segunda versão da vacina que está em uso no país, buscando a imunização contra a variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul. Esse estudo foi autorizado ontem (14) pela Anvisa.

A agência disse ainda que, um dos braços do estudo prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que foram vacinadas com duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222) ou duas doses de uma vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra Covid-19, como as da Pfizer e da Moderna.

Nesse caso, o estudo prevê que essa dose adicional será aplicada em pessoas cujo exame e monitoramento não identificam a produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus.

Por Gabriela Mendes

[instagram-feed feed=1]