logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]

Novembro encerra com alta de 0,41% na inflação, aponta o IBGE


  • 9 de dezembro de 2022 às 11h55min

(Foto: Laís Florêncio/Reportagem Rádio Cidade)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou alta de 0,41% em novembro, 0,18 ponto percentual (p.p.) abaixo do que foi registrado em outubro. A inflação acumulada no ano chega a 5,13% e, nos últimos 12 meses, a 5,90%, abaixo dos 6,47% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2021, a taxa havia sido de 0,95%.

O resultado do IPCA foi divulgado nesta sexta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro. Os grupos Transportes (0,83% e 0,17 p.p.) e Alimentação e bebidas (0,53% e 0,12 p.p.) foram os que impactaram de forma mais expressiva o índice do mês. Juntos, os dois contribuíram com cerca de 71% do IPCA de novembro. Já a maior variação veio de Vestuário, ficando acima de 1% pelo quarto mês consecutivo. O grupo Saúde e cuidados pessoais ficou próximo da estabilidade, mostrando uma desaceleração em relação a outubro. Habitação, por sua vez, ficou acima do observado no mês anterior.

A alta do grupo Transportes foi provocada, principalmente, pelo aumento dos combustíveis, que em outubro haviam recuado 1,27%. Os preços do etanol, da gasolina e do óleo diesel subiram em novembro. A exceção foi o gás veicular, com queda de 1,77%. A gasolina, em particular, exerceu o maior impacto individual no índice do mês, com 0,14 p.p. Vale destacar também as altas de emplacamento e licença, automóvel novo e seguro voluntário de veículo, que contribuíram conjuntamente com 0,07 p.p. No lado das quedas, os preços das passagens aéreas recuaram 9,80%, após as altas de 8,22% em setembro e 27,38% em outubro.

Já em Alimentação e bebidas, os maiores responsáveis pela alta de 0,53% foram os alimentos para consumo no domicílio. As maiores variações vieram da cebola e do tomate, cujos preços já haviam subido em outubro. Houve alta também nos preços das frutas e do arroz.

No lado das quedas, o destaque foi o leite longa vida, assim como já havia acontecido nos meses anteriores. No ano, a variação acumulada do produto, que chegou a 77,84% em julho, está agora em 31,20%. Houve recuo também nos preços do frango em pedaços e do queijo.

A variação da alimentação fora do domicílio ficou abaixo do mês anterior. Enquanto a refeição desacelerou de 0,61% em outubro para 0,36% em novembro, o lanche seguiu caminho inverso, passando de 0,30% para 0,42%.

No grupo Vestuário, com exceção das joias e bijuterias, todos os itens tiveram variação positiva. Os destaques foram as roupas femininas e infantis, além dos calçados e acessórios. Em 12 meses, a variação acumulada do grupo é de 18,65%.

Em Saúde e cuidados pessoais, a desaceleração pode ser explicada, principalmente, pela mudança de comportamento nos preços dos artigos de higiene pessoal, que passaram de alta de 2,28% em outubro para queda de 0,98% em novembro. Perfumes e artigos de maquiagem se destacaram. No lado das altas, a maior contribuição veio dos planos de saúde, com 0,04 p.p. de impacto no IPCA de novembro.

O grupo Habitação teve um resultado influenciado pelas altas do aluguel residencial e da energia elétrica residencial. No caso da energia elétrica, as áreas tiveram variações que foram desde -2,93% em Vitória até 19,85% em Brasília, onde as tarifas para os clientes residenciais de baixa tensão foram reajustadas em 21,54%, a partir de 3 de novembro. Também houve reajuste de 3,62% em uma das concessionárias de Porto Alegre, vigente desde 22 de novembro. Outro destaque no grupo foi a taxa de água e esgoto, que variou positivamente devido aos reajustes de 11,82% no Rio de Janeiro, vigente desde 8 de novembro, e de 10,15% em Belém, em vigor desde 28 de novembro.

Ainda em Habitação, as quedas do gás de botijão e do gás encanado. O preço do botijão de 13 kg vendido nas refinarias foi reduzido em 5,28% a partir do dia 17 de novembro

INPC tem alta de 0,38% em novembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,38% em novembro, 0,09 p.p. abaixo do resultado observado em outubro. No ano, o indicador acumula alta de 5,21% e, nos últimos 12 meses, de 5,97%, abaixo dos 6,46% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2021, a taxa foi de 0,84%. Os produtos alimentícios passaram de 0,60% de variação em outubro para 0,55% em novembro. Os preços dos não alimentícios também subiram menos, e a variação passou de 0,43% em outubro para 0,32% em novembro.


[instagram-feed feed=1]