Pernambucana morreu asfixiada por inalar fumaça, diz laudo do IML

A cabelereira pernambucana, Lorena Muniz, que morreu em São Paulo em um incêndio, enquanto se preparava para colocar próteses de silicone, morreu por asfixia após inalar fumaça tóxica. A causa da morte foi reconhecida em um laudo necroscópico, realizado pelo Instituto Médico Legal (IML). Segundo informações divulgadas, o documento vai ser incluído ao inquérito que a Polícia Civil prepara para apurar o crime de homicídio culposo.
Lorena era transsexual, tinha 25 anos e segundo testemunhas, no momento que as chamas atingiram a clínica estava sedada. O incêndio aconteceu em 17 de fevereiro enquanto ela esperava passar por uma cirurgia de implante de silicone nos seios.
A Polícia Civil apura se houve negligência, imprudência ou imperícia de alguém e ainda se houve omissão no caso de Lorena.
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