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Serviço

Pix:Banco Central vai mudar mecanismo de ressarcimento de vítimas de fraudes


  • 14 de junho de 2024 às 08h31min

O objetivo, segundo a Febraban, é reduzir a prática das diferentes modalidades de fraudes e golpes utilizando o Pix como meio.
(Foto: Reprodução)

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Banco Central, anunciaram nesta sexta-feira (14) que o Mecanismo Especial de Devolução, o MED, um recurso do Pix criado para facilitar as devoluções de dinheiro em casos de fraude, sofrerá alterações.

De acordo com a Federação, apenas 9% dos pedidos foram reembolsados no ano passado. O mecanismo foi criado em 2021 e teve 1,5 milhão de pedidos de devolução por fraude em 2022. Em 2023, o número saltou para 2,5 milhões. De janeiro a maio de 2024, o número de pedidos já alcançou 1,6 milhão.

Segundo a instituição financeira Asaas, o Pix se tornou a modalidade preferida de criminosos que aplicam golpes, superando até mesmo o cartão de crédito e os boletos.

Atualmente o modelo funciona da seguinte forma: Caso seja vítima de um golpe, entre em contato com seu banco por meio do aplicativo ou dos canais oficiais, e acione o MED; em seguida, o banco avisará a instituição do suposto golpista, que bloqueará o valor disponível na conta; O caso será analisado.

No modelo atual do MED, a notificação de infração permite o bloqueio apenas na primeira conta — ou seja, a primeira camada — que recebeu a quantia. Com a proposta feita pela Febraban, a ideia é bloquear os recursos em outras camadas de triangulação. O objetivo, segundo a Febraban, é reduzir a prática das diferentes modalidades de fraudes e golpes utilizando o Pix como meio.


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