Senado discute proposta que autoriza venda de cigarros eletrônicos no Brasil

(Foto: Reprodução)
Nesta quinta-feira (22), o projeto de lei que regulamenta a importação, exportação, comercialização e controle dos cigarros eletrônicos teve sua votação adiada para três de setembro
Entidades médicas seguem em alerta e alegam que o Brasil poderá ter um retrocesso na saúde pública com a liberação.
Por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, a comercialização dos produtos é proibida no Brasil. No entanto, os vapes são encontrados facilmente para a compra.
Os líquidos utilizados nos vapes não têm controle ou regulamentação, o que expõe usuários a substâncias tóxicas que causam danos à saúde. Além de problemas pulmonares, o uso dos cigarros eletrônicos aumenta o risco de infarto, derrame e desenvolvimento de câncer.
A Associação Médica Brasileira e outras 78 entidades assinaram uma carta contra a regulamentação dos cigarros eletrônicos, dizendo que se trata de uma grave ameaça à saúde pública.
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