logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Saúde

SUS passa a oferecer teste de DNA-HPV para rastreamento do câncer de colo do útero


  • 15 de agosto de 2025 às 17h21min

Nova tecnologia detecta 14 tipos de HPV, amplia intervalos de exames e beneficia mulheres em áreas remotas. (Foto: Reprodução)

A partir desta sexta-feira (15), o Ministério da Saúde inicia a oferta do teste de biologia molecular DNA-HPV pelo Sistema Único de Saúde (SUS), voltado para o rastreamento organizado do câncer de colo do útero. O exame identifica 14 genótipos do papilomavírus humano (HPV), permitindo a detecção precoce antes do surgimento de lesões ou do câncer, inclusive em mulheres assintomáticas.

Segundo a pasta, a tecnologia é mais sensível que o exame tradicional de papanicolau e possibilita ampliar os intervalos de rastreamento para até cinco anos quando o resultado for negativo, reduzindo custos e exames desnecessários. A coleta é semelhante à do papanicolau, mas o material é enviado para análise laboratorial, buscando o DNA do vírus.

Produzido pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná, vinculado à Fiocruz, o teste será inicialmente ofertado em 12 estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Distrito Federal. A meta é expandir a cobertura para todo o país até dezembro de 2026, beneficiando 7 milhões de mulheres entre 25 e 64 anos anualmente.

O HPV é a principal causa do câncer de colo do útero, terceiro tipo de câncer mais comum entre mulheres, com cerca de 17 mil novos casos estimados por ano no período de 2023 a 2025. No Nordeste, a doença permanece como a principal causa de morte feminina por câncer.

A testagem de HPV é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como padrão ouro para detecção precoce e integra estratégias globais para eliminação da doença como problema de saúde pública até 2030.


[instagram-feed feed=1]