Temperaturas extremas podem ter matado 900 mil pessoas na América Latina, aponta estudo

Um estudo publicado na revista Nature e desenvolvido pelo Salud Urbana em América Latina afirma que temperaturas extremas podem ter matado cerca de 900 mil pessoas, em nove países da América Latina, representando 5,7% de um total de 15 milhões de mortes pesquisadas entre 2002 e 2015.
O estudo conclui que mais de 10% das mortes por infecções respiratórias observadas no período foram provocadas pelo frio extremo, tendo como população mais vulnerável os idosos e as crianças. O aumento mais acentuado na mortalidade ocorreu em cidades que regularmente excederam os 25°C, como o Rio de Janeiro, Buenos Aires e Mérida.
Por Gabriel Pedroza
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